E no remexer dos meus quadris ouço teu gemido,
Vejo-me a sentir o ardor de te querer dentro de mim.
Desnuda-me com a tua língua.
Penetre-me sem pudor
Sem moral, sem roupa
Só teu corpo no meu.
Entre ângulos e formas engulo-te
E desvendo teu corpo,
E na minha boca reencontro teu gemer
Teu grito encapelado, teu suspiro
E meu rimo.

