domingo, 12 de dezembro de 2010

Amor infinito

Quando o fulgor da lua

Em teu corpo penetrar

Sentirá que vivo dentro de ti.


Tornei-me um pássaro livre da gaiola da vida

Estou no vento, no mar, na lua, nas estrelas,

Na escuridão da noite e no clarão do dia

Estou no teu riso, no teu choro e na tua saudade.

Sempre sentirá minha presença,

Pois do teu amor faço minha morada.

Parto partido.

E vivo bem vivido no teu leito de amor infinito.